O Super eu é herdeiro do complexo de Édipo, a lei internalizada, representante das restrições morais...
É o que pode barrar o gozo (segundo Freud) e o que o ordena (segundo Lacan).

Parece um paradoxo, mas quando entendemos do que se trata, vemos que ele pode por um lado colocar um 'freio' nos atos destrutivos do sujeito, e por outro, empurrá-lo à cometer atos (e aqui vemos a implicação da fala de Lacan), para depois fustigá-lo, açoitá-lo e puni-lo.

Andreneide Dantas

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Brincar é coisa séria