No artigo 'Escritores criativos e Devaneios' Freud enfatiza a importância da experiência do brincar, do fantasiar e da produção artística do escritor.

Nos chama atenção para o fato de que, todas elas, podem despertar emoções e possibilitar 'resoluções de conflitos', mesmo que sejam momentâneos.

Fala também da importância do desejo, (que não é o mesmo que a vontade) do quanto ele faz o sujeito avançar e pode impulsioná-lo à encontrar formas de realizá-lo.

E o que acontece quando o que está em primeiro plano é o gozo (vontade de satisfação destrutiva, masoquismo)?
Quando o fio que une passado, presente e futuro fica interrompido?
A relação com o tempo fica problemática, as horas se arrastam, o sujeito não enxerga perspectivas de futuro.

É o que vemos acontecer com muitas pessoas nos dias atuais.

Andreneide Dantas
 

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