Hormônios da Felicidade?




É inegável o benefício de alguns medicamentos que trazem alívio para algumas dores e aliviam sofrimentos, porém é importante cautela. Nem todas as dores e sofrimentos são aliviados farmacologicamente. 

Pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte em Outubro de 2000, enviaram para o conceituado Jornal The New York Times, um estudo que mostra que praticar exercícios físicos é mais eficiente que o antidepressivo Sertralina, no tratamento da depressão (Revista Mente e Cérebro Ano XIX).

Infelizmente, deram um mínimo espaço para a publicação dessa matéria no caderno de saúde.

Portanto, cuidado! Antes de tomarem medicamentos, na esperança de que eles solucionem problemas, é importante que cada um se pergunte o que está acontecendo. Pois nosso corpo não responde somente as leis biológicas, responde também ao nosso desejo - inconsciente.

Nos tempos atuais, existe uma exigência para que cada sujeito responda as leis do mercado, satisfazendo suas exigências consumistas, e os medicamentos também entraram nessa lista de objetos oferecidos para “trazer felicidade, como se essa, pudesse vir em cápsulas.

Somos falantes e é importante que não nos esqueçamos desse fato tão importante!

Existem algumas pessoas dizendo que a seratonina é “hormônio da felicidade”. Ora, isso não é verdade, ela pode ser responsável pela sensação de ’bem-estar’, mas a felicidade de cada sujeito é de responsabilidade dele, não existindo nem um hormônio nem um gene que possa realizar tal fato. Cada um é responsável por seus atos, suas escolhas, portanto, sua felicidade. Mesmo que essa escolha seja motivada por seu inconsciente.

Questionem-se, pensem sobre o que realmente podem fazer para se sentirem felizes!

Andreneide Dantas
25/06/12


#escutaanalitica1  




Comentários

  1. Vidrinhos de Amor, perfume de sedução, poção da felicidade... Poderiam mesmo existir, Mas não existem sem que o sujeito que as desejam as procurem. Da mesma forma que a sorte não cai do céu, não há felicidade que possa ser comprada, até porque já imaginou o quão caro seria o preço da felicidade de uma mãe ao ver pela primeira vez seu bebê? ou da criança que ganha um brinquedo novo? com certeza um valor muito alto, e com todas essas crises financeiras o mundo entraria em decadência, porque todo mundo gostaria de comprar, a felicidade não custa tão caro assim, por isso não pode ser comprada, até porque a função de ter dinheiro não é ser feliz, essa função é do próprio sujeito que a deseja.


    Karina B.

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  2. Andreneide,
    Seus artigos, escritos em uma linguagem clara e objetiva, vão além de uma orientação competente e segura a respeito dos assuntos que permeiam nosso cotidiano. Eles nos ajudam a entender a importância de prestarmos atenção no nosso corpo, em nossas palavras e, principalmente, em nossos sentimentos. PARABÉNS!!!!

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