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Mostrando postagens de Maio, 2014

" Por sermos falantes somos afetados pelo que dizemos, ouvimos e pelo que calamos. Temos um inconsciente do qual o corpo goza."

" Quanto menos o sujeito se implicar em relação ao que sente, mais diagnóstico receberá ".

" Encontramos um excesso de diagnóstico de Depressão. A quem isso interessa? ".

" Depressão é a doença mais frequente na adolescência, alerta a OMS ". (Portal G1 em 14/05/2014)

Limites

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                                                               (Imagem retirada da internet - meramente ilustrativa) Como estabelecer os limites? Essa, é uma das maiores dificuldades dos pais na atualidade. Pois, não são poucos os que tem dificuldade ou não conseguem falar para os filhos o que eles podem ou não fazer! Essas famílias se sentem desorientadas diante de tantas informações e transformações na sociedade. Da inversão de valores, das transformações tecnológicas com a rapidez muitas vezes desmedida, da carga excessiva de trabalho e da demanda social equivocada, para que sejam "amigo" dos filhos. Diante de tudo isso, e somado ao fato – importantíssimo-   da particularidade da história familiar que cada pai e mãe traz, (muitas vezes sem ter consciência disso...) o resultado é uma desorientação, que resulta na dificuldade de se posicionarem no lugar de autoridade. Lugar de quem porta as regras e leis! Leis, que são fundamentais para que possam

"Cada criança tem uma história e seus sintomas são resultado dela. Classificá-la com um transtorno sem levar isso em consideração, retira sua subjetividade. Como consequência não dão lugar para que fale o que sente e pensa. Assim, as emudecem com mordaças químicas."

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(Imagem retirada do Google - meramente ilustrativa)