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Mostrando postagens de Setembro, 2021
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A pontuação produz o sujeito. Através dela, o analista faz com que o inconsciente exista.  Andreneide Dantas Quando o analista pontua a fala do paciente, o discurso que ele repetia em outros lugares - e não escutava -, toma uma outra dimensão. A dimensão inconsciente. Nesse momento uma mensagem chega ao destinatário. Algo do desejo inconsciente se revela e o sujeito se surpreende #escutaanalitica1.
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"O sintoma está na origem de uma demanda de análise." Gerárd Pommier- O desenlace de uma análise O paciente sofre, tem um mal-estar que o "acompanha" há tempos. Decide buscar alívio para o que sente, e demanda um desvendamento desse texto que ele fala — nos mais diversos lugares — ao analista. Depara-se com uma escuta singular, que lhe possibilita  acessar o discurso do seu  inconsciente. Era inconsciente, mas ativo, e atrapalhava sua existência. Andreneide Dantas #escutaanalitica1  

A IMPORTÂNCIA de quebrarmos o TABU

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No vídeo #SetembroAmarelo, a Psicanalista Ana Carlênia Oliveira Bastos, irá trabalhar o tema suicídio, mostrando a IMPORTÂNCIA de quebrarmos o #TABU e ouvirmos a voz de quem precisa de #AJUDA, trazendo o olhar e fala para PREVENÇÃO! Para ficar por dentro de todas as novidades, siga nossas redes sociais: Redes Sociais: https://linktr.ee/escutaanalitica1 #escutaanalitica1
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Falar em análise não é o mesmo que falar a um outro como semelhante. A análise é um trabalho que possibilita, ao sujeito, escutar aquilo que ele repetiu (inúmeras vezes) em outros lugares e não tinha se dado conta. Aquilo que é inconsciente e faz parte de sua história, adquire uma outra dimensão: a dimensão significante. O analista, na posição de Sujeito suposto Saber, possibilita o deciframento do inconsciente. O trabalho a respeito de suas formações: sonhos, lapsos, esquecimento e sintoma. O analisando desvenda seu Inconsciente estruturado como uma linguagem e seu inconsciente real. Nesse percurso, descobre que sua fala afeta seu corpo e suas relações. Primeiro momento: O que meu sintoma quer dizer? Segundo: qual satisfação tiro disso? Andreneide Dantas #escutaanalitica1

Suicídio e formas de PREVENÇÃO

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Percebem que no inconsciente não tem a diferenciação? No caso em questão, o sujeito sofre pra tomar decisão, procrastinação e não age. Alguns chegam a ponto de paralisar a vida e os movimentos.  Andreneide Dantas #escutaanalitica1
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#escutaanalitica1  
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Psiquiatra, psicanalista, clínico, teórico, mestre, fundador da Escola Freudiana de Paris e, com a dissolução desta, da Escola da Causa Freudiana, diretor da coleção “O Campo Freudiano” na editora parisiense Seuil, ativo na vida acadêmica na Escola Prática de Altos Estudos e na criação de um Departamento de Psicanálise na Universidade de Vincennes - Lacan sempre atuou na transmissão oral da psicanálise (foram quase trinta anos de Seminários), mas só em 1966, aos sessenta e cinco anos, publicou seu primeiro livro, os Escritos, reunindo trinta anos de anotações, artigos, comunicações etc. Naquele momento ele ainda era uma figura conhecida e respeitada apenas por seus pacientes, alunos e colegas. A aparição de sua obra publicada mudou esse quadro. A partir da década de 1960 a psicanálise passou a ser antes e depois de Lacan Retirado do livro: Lacan, organizado por Gerard Miller. Nos deixou à 40 anos e sua obra continua viva!  
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Depressão Como a culpa, traumas e perdas afetam o sujeito? É sabido que nos pacientes diagnosticados com depressão existe uma apatia, dificuldade de agir ou paralisia da ação. E a causa não é somente biológica, pois o que aconteceu na vida do sujeito o afeta em sua existência. Traumas, acidentes, palavras escutadas, palavras caladas, culpas e perdas que sofreram, afetam a vida e as relações do sujeito. #escutaanalitica1  
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Realmente não escapa nada ao inconsciente, ele é um lugar. O lugar da Outra cena, como nos disse Freud, o lugar das lembranças, dos acontecimentos passados e do que foi reprimido. É a morada dos ditos proferidos pelos Outros do ser falante (ditos familiares). Como ele foi tratado, cuidado, alimentado, desejado e falado... É o sítio dos significantes que determinam o que o sujeito pensa, diz ou cala. E esse 'senhor' imperioso retorna nos sonhos, nos pesadelos, nos esquecimentos, nos lapsos e nos sintomas. Andreneide Dantas #escutaanalitica1  

Nem todo sofrimento psíquico é DEPRESSÃO

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A inibição tem como resultado um impedimento motor: o sujeito não consegue falar, comer ou fazer algo. Ela é uma renúncia. Freud em seu artigo: Inibição, Sintoma e Angústia (1926), nos mostra a relação da inibição com a angústia, chamando atenção para o fato de que o sujeito se inibe para não realizar uma função, pois se assim o fizesse, teria como resultado um estado de angústia. Quando ele fala sobre a inibição no trabalho, pontua que ela estaria a serviço da autopunição. 'Onde o Eu não pode realizar certas coisas, pois elas lhes trariam vantagens e êxitos, o que o severo Super-eu lhe proíbe.' Isso significa que o sujeito não realiza por sentir que 'não pode' ou 'não merece'. Não é incomum que as pessoas que conseguiram ter êxito no trabalho sejam acometidos de inibição (em algum momento), e aquilo que antes realizavam com destreza seja um fator de tormento. Ou caiam doentes no momento que realizam o que tinham desejado tanto! Em análise os pacientes descobrem