YES Blog da Escuta

terça-feira, 10 de setembro de 2019







E esse material que representa a verdade do sujeito pode ser resgatada; pois na maioria das vezes, estava escrita em outro lugar ....volta através dos lapsos, dos sonhos e dos sintomas.

Falando do que acontece em seu cotidiano, os analisandos se surpreendem revelando muito mais do que tinham intenção.

Àquilo que estava insistindo na cadeia significante e que não tinha encontrado, ainda, um lugar para ser lido!

E quando finalmente escuta o que diz, pode saber o que o levou às inibições, compulsões, estilo de vida, tropeços....
 
Tëxto por Andreneide Dantas

quinta-feira, 29 de agosto de 2019





Freud descobriu que o sujeito falante tem um inconsciente e que é afetado por ele.

Foi com seus pacientes que comprovou que os sintomas que eles apresentavam no corpo correspondia ao que diziam!. Ou, ao que calavam. E Lacan acrescentou que o silêncio também é fala...

Depois, pôde escutar que o inconsciente se manifestava também no ato falho, no lapso, no esquecimento e no sonho.

Nos surpreendemos, que passados pouco mais de um século, muitos ainda neguem que tem um inconsciente, e que é ele, (muitas vezes)que comanda suas vidas!

Texto: Andreneide Dantas

Data: 22 de agosto de 2019




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quarta-feira, 21 de agosto de 2019


Em análise, os pacientes descobrem quais significantes determinam sua história, e à partir desse reconhecimento, conseguem produzir novos significantes.


Com isso, mudam sua relação com sua vida e com o seu corpo.

Texto por Ana Carlênia Oliveira Bastos 
Data: 19 de agosto de 2019 



A maioria das vezes o sujeito ignora o que diz.

Ignora a verdade da mensagem que revela ao falar.


Faz isso, por acreditar que suas palavras são meras palavras...

É na análise que lhe é revelado os elementos significantes de seu discurso (lacan). Nela, descobre o quanto é determinado por essa língua estrangeira, que precisa decifrar(inconsciente).

Texto por Andreneide Dantas 
Data: 

Realmente não escapa nada ao inconsciente, ele é um lugar. 
O lugar da Outra cena, como nos disse Freud, o lugar das lembranças, dos acontecimentos passados e do que foi reprimido.

É a morada dos ditos proferidos pelos Outros do ser falante (ditos familiares). Como ele foi tratado, cuidado, alimentado, desejado e falado...

É o sítio dos significantes que determinam o que o sujeito pensa, diz ou cala.

E esse senhor imperioso retorna nos sonhos, nos pesadelos, nos esquecimentos, nos lapsos e nos sintomas. 

Texto por Andreneide Dantas
Data: 08 de agosto de 2019 


Os aparelhos atuais servem para aproximar as pessoas ou distanciá-las?

Data: 26 de julho de 2019 



Inconsciente, esse intruso que muitas vezes aparece atropelando a fala do sujeito. 

Que dá sua cara nos atos que não são meramente falhos, que aparece nos sonhos, nos esquecimentos e nos sintomas. .
Aquilo que foi calado na historia do sujeito e que ele não reconhece que o adoece ou o impede de agir.

Aquilo que muitas vezes se acredita ser o destino (está escrito! Dizem alguns))é muitas vezes uma repetição inconsciente.

Sim, está escrito e reprimido, por isso parece uma língua estrangeira e somente em uma experiência de análise o paciente poderá desvendá-lo.

E quanto mais o sujeito rechaçar o fato de que tem um inconsciente e calar-se, mais adoecerá, terá inibições, sintomas ou angústias. Como bem situa Roland Chemama em Depresión, La gran neurosis contemporánea.


Texto por Andreneide Dantas
Data: 24 de julho de 2019 

Data: 19 de julho de 2019