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Mostrando postagens de Setembro, 2016

Hiperatividade

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(Imagem retirada da internet para fins ilustrativos) Uma criança é sempre pré-matura ao nascer quando comparada ao outros mamíferos, pois depende totalmente de um Outro para desenvolver-se física e psiquicamente. A imagem que ela tem de seu corpo também depende dessa relação com esse Outro que cuidou, banhou, alimentou e principalmente, falou com ela. Esses primeiros tempos de vida imprimirá marcas em seu corpo e em seu psíquico, que afetará todas as suas relações posteriores. Portanto, a organização dela quanto ao tempo e espaço tem relação com a imagem que ela tem de si mesma, que por sua vez, depende da relação que ela teve e tem com quem cuidou e cuida dela. Seu aquietar-se também responde ao discurso no qual ela está inserida, assim como o  controle de suas pulsões agressivas. Então, como podemos ler o que acontece quando elas não conseguem parar? Quando não conseguem ficar quietas ou quando são desafiadoras e não obedecem  regras e disciplinas? Encontram

Dizer "Não!"

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Dizer "Não!"                       (Imagem retirada da Internet para fins ilustrativos)  Para que os pais possam dizer N ão  para um filho é preciso que esse N ão,  primeiramente, funcione para eles. Quando não conseguem - por não contar com recursos psíquicos- é necessário que busquem ajuda, pois seus filhos ficam sem uma contenção, como um barco sem direção! É o que vemos acontecer nos dias atuais com a s crianças que não param! Que dão muito trabalho na escola, que não respeitam os pais, professores... que batem e apanham quando não conseguem lidar com frustrações, e sofrem muito com isso. É um equívoco acreditar que essa questão tem a ver somente com um déficit orgânico e não com enfraquecimento das funções paterna e materna. É importante uma atenção para o assunto e uma investigação e diagnóstico corretos, para que busquem a ajuda necessária. Mas vemos - em muitos casos - que existe receio, e até medo, em algumas famílias, em impor autoridade, por equivoca

Hiperatividade cartaz

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" Quando atendemos crianças não medicamos, oferecemos uma escuta para que possam falar sobre seu sofrimento e assim desenvolverem melhores condições para lidarem melhor com seu cotidiano. Que muitas vezes é angustiante."